BID homenageia em Washington fim do calendário maia com exposição inédita
Washington, 22 dez (EFE).- O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) homenageou nesta sexta-feira o fim do calendário maia com a exposição "Jade celestial dos maias", na qual são exibidas joias, estatuetas e objetos elaborados com pedras de jade, alguns dos quais nunca tinham sido mostrados ao público.
A exposição procura comemorar a 13ª mudança de ciclo no calendário maia, que aconteceu neste dia 21 de dezembro e que representa o início de uma nova era que durará 394 anos.
"A cultura maia continua viva. Ainda há seis milhões de maias em cinco países: México, Honduras, El Salvador, Guatemala e Belize", explicou em entrevista à Agencia Efe o chefe da divisão de Cultura, Criatividade e Solidariedade do BID, Ivan Duque.
As peças milenares selecionadas para serem exibidas pela primeira vez nos Estados Unidos provêm do Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia da cidade da Guatemala, o qual, segundo Duque, foi "ajudado economicamente" na preservação de sua vasta coleção.
"Queremos mostrar ao mundo o esplendor e a criatividade do povo maia e por isso escolhemos muitas peças que nunca antes tinham saído do país e algumas delas nem pelo menos tinham sido exibidas ao público", assegurou Duque.
Uma das peças mais importantes da exposição é uma figura que se calcula que date de entre os anos 1.000 e 400 antes de Cristo e que representa a primeira obra conhecida feita por um maia na qual o objeto representado é outro maia.
Sobre o alarme gerado ao redor de uma hipotética profecia do fim do mundo tendo como base o calendário maia, Duque esclareceu: "Os maias jamais predisseram o fim dos dias. Sem dúvida, a superstição atraiu muita gente, mas esta exposição está aqui para desmenti-lo", concluiu.
De entrada gratuita, "Jade Celestial dos Maias" poderá ser visitada na Galeria de Arte do Centro Cultural do BID até o próximo dia 15 de fevereiro de 2013.
A exposição procura comemorar a 13ª mudança de ciclo no calendário maia, que aconteceu neste dia 21 de dezembro e que representa o início de uma nova era que durará 394 anos.
"A cultura maia continua viva. Ainda há seis milhões de maias em cinco países: México, Honduras, El Salvador, Guatemala e Belize", explicou em entrevista à Agencia Efe o chefe da divisão de Cultura, Criatividade e Solidariedade do BID, Ivan Duque.
As peças milenares selecionadas para serem exibidas pela primeira vez nos Estados Unidos provêm do Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia da cidade da Guatemala, o qual, segundo Duque, foi "ajudado economicamente" na preservação de sua vasta coleção.
"Queremos mostrar ao mundo o esplendor e a criatividade do povo maia e por isso escolhemos muitas peças que nunca antes tinham saído do país e algumas delas nem pelo menos tinham sido exibidas ao público", assegurou Duque.
Uma das peças mais importantes da exposição é uma figura que se calcula que date de entre os anos 1.000 e 400 antes de Cristo e que representa a primeira obra conhecida feita por um maia na qual o objeto representado é outro maia.
Sobre o alarme gerado ao redor de uma hipotética profecia do fim do mundo tendo como base o calendário maia, Duque esclareceu: "Os maias jamais predisseram o fim dos dias. Sem dúvida, a superstição atraiu muita gente, mas esta exposição está aqui para desmenti-lo", concluiu.
De entrada gratuita, "Jade Celestial dos Maias" poderá ser visitada na Galeria de Arte do Centro Cultural do BID até o próximo dia 15 de fevereiro de 2013.
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