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Mostra de Barceló interliga pintura e cinema no novo Leffest

Agencia EFE

07/11/2011 12h46

Lisboa, 7 nov (EFE).- Uma pequena mostra do artista espanhol Miquel Barceló resgata a visão cinematográfica do artista e exemplifica as relações existentes entre a sétima arte e a pintura na 5ª edição do Festival de Estoril.

Com 11 filmes na disputa oficial e 20 fora da competição, o festival que vai até 14 de novembro ampliou a programação para a capital portuguesa e adotou o nome de Lisbon&Estoril Festival, abreviado para Leffest.

Mesmo com a mudança, os organizadores não mexeram na principal característica da mostra, que é reconhecido por fornecer uma visão artística que vai além do cinema, incluindo exposições de fotografia e pintura, além de shows e conferências sobre literatura.

Nesta 5ª edição, Miquel Barceló será o artista encarregado de dar sentido plástico ao cinema com a elaboração de uma mostra especial na emblemática Torre de Belém - uma fortaleza do século 15 na margem direita do rio Tejo -, em Lisboa. Sob o título de "Work in Progress", a exposição vai contar com quatro das últimas produções desse pintor espanhol.

Para acompanhar as pinturas e detalhar todo o processo criativo de Barceló, os organizadores exibem dois projetos audiovisuais deste ano: "Taj Mahal", de Miquel Barceló e Agustí Torres, e "Revelaciones", uma parceria do pintor com a Circa Producciones.

O pintor, que já participou da 1ª edição do festival (2007) como presidente do júri, deveria inaugurar a mostra com uma conferência, mas a ideia acabou não sendo concretizada.

A presença de Barceló pode ser vista nos dois recentes filmes do cineasta espanhol Isaki Lacuesta: o longa-metragem "Los pasos dobles" (2011) e o documentário "El cuaderno de Barro" (2011), ambos usando o artista como inspiração.

Os filmes, que conquistaram a Concha de Ouro no último Festival de San Sebastián, exemplificam com precisão a relação entre a poesia, o cinema e a pintura.

Lacuesta pegou emprestado o universo abstrato e a experiência de Barceló, que dedicou parte de sua obra à África, para contar a história de um artista francês que enterrou suas obras em um bunker no deserto. EFE

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