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Londres se torna centro da arte contemporânea com feira internacional

REUTERS/Andrew Winning
Obra "Cause and Effect" exposta na Frieze Art Fair em Regents Park no centro de Londres Imagem: REUTERS/Andrew Winning

13/10/2011 16h24

Londres, 13 out (EFE).- Londres se transformou nesta quinta-feira na capital da arte contemporânea com a inauguração da feira Frieze entre as árvores do Regent's Park e o início da temporada de leilões de arte de pós-guerra e contemporânea.

Durante quatro dias, os mais importantes donos de galerias, colecionadores e especialistas do mundo se reunirão na capital britânica naquele que será um teste de como a crise europeia afetará o mercado da arte.

A Frieze, que com nove anos de vida se transformou em uma das feiras mais importantes do mundo, atraiu como um ímã a atenção do mundo de arte ao mesmo tempo em que grandes casas de leilões como Christie's, Sotherby's e Bonhams aproveitam esta semana para vender obras de Lucian Freud, Damien Hirst e Basquiat.

"O ambiente é otimista, as pessoas estão contentes", afirmou à Agência Efe Pedro Maisterra, diretor da galeria espanhola Maisterravalbuena, que participa do evento londrino.

Maisterra acredita que nas grandes feiras como o Frieze não se nota a crise, pois é onde se concentra toda a atividade do ano e considera que, embora agora se aposte mais em valores seguros, a especulação não é o motor.

Entre as salas de leilão que aproveitam o empurrão da feira e o apetite de seus compradores para lançar ao mercado grandes obras, se destacam os 300 lotes da Crhistie's que poderiam alcançar até 345 milhões de euros em suas vendas de amanhã e sábado.

"A semana da Frieze se transformou em um dos encontros mais importantes do calendário da arte, algo que conseguiu em muito pouco tempo graças a um progressivo aumento das vendas que catalisa a crescente demanda por material de alta qualidade", afirmou o responsável de arte contemporâneo e de pós-guerra da Europa da Christie's, Francis Outred.

Por sua parte, a casa Sotheby's leiloa hoje várias obras do recém falecido Lucian Freud, uma delas, "Boys Head", avaliada em mais de 5 milhões de euros.

Além disso, o frenético ritmo desta semana aumentou com a inauguração de um novo espaço da influente galeria White Cube, na margem sul do Tâmisa.

Com seus 5.400 metros quadrados, a nova aventura do poderoso galerista Jay Jopling é o maior recinto comercial de arte do Reino Unido e, desde agora, outro lugar para comprar obras dos artistas favoritos de seu dono: Damien Hirst, Gilbert and George e Doris Salcedo. (por Ramón Abarca)

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