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Dados básicos do Sudão do Sul

07/07/2011 21h23

Cairo, 7 jul (EFE).- Dados básicos do Sudão do Sul, que declarará sua independência no dia 9 de julho.

SUPERFÍCIE: 640 mil quilômetros quadrados.

POPULAÇÃO: 8,26 milhões de habitantes (2008).

CAPITAL: Juba.

IDIOMAS: Árabe (oficial), inglês e dezenas de línguas indígenas (não oficiais).

RELIGIÃO: Cristã católica, protestante, anglicana e religiões animistas africanas.

FORMA DE GOVERNO: Na atualidade Sudão do Sul tem uma Constituição provisória, a mesma que seu vizinho do norte, à espera que uma equipe técnica elabore uma nova Carta Magna também temporária, que deverá ser aprovada pelo Parlamento.

O Poder Executivo desempenha um Governo interino liderado pelo presidente Salva Kiir Mayardit.

O Parlamento unicameral está composto por 171 membros, representados pelo Movimento Popular de Libertação do Sudão (70%), o Partido da Conferência Nacional (15%) e outros partidos políticos minoritários (15%).

PRESIDENTE: Salva Kiir chegou ao poder em agosto de 2005. Foi eleito pela primeira vez após a morte em um acidente aéreo do anterior presidente John Garang em julho desse ano.

PARTIDOS POLÍTICOS: As principais formações são o Movimento Popular de Libertação do Sudão, o Partido da Conferência Nacional, a Força de Defesa do Sudão do Sul, a Frente Democrática Unida, a União de Partidos Africanos do Sudão e o Fórum Democrático Unido do Sudão.

ECONOMIA: Sudão do Sul e o regime de Cartum acordaram em março deste ano a criação de uma nova moeda. Por enquanto, a moeda é a libra sudanesa, comum no norte e no sul.

O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) caiu pela metade e se situou em 4% em 2009, enquanto o Fundo Monetário Internacional calcula que subiu 5% em 2010. O petróleo representou 97,8% da receita do país em 2010.

Sua taxa de inflação alcançou o pico de 21,8% em 2008 e estabilizou-se entorno de 6% em 2009 e 2010.

HISTÓRIA: Sudão do Sul proclamará sua independência no dia 9 de julho depois que em janeiro 98,8% dos sudaneses do sul votassem a favor da secessão em um plebiscito. O processo para a independência do Sudão do Sul começou com a assinatura no Quênia do Acordo Amplo de Paz em 2005, que estipulava a realização de eleições gerais em abril de 2010 e o plebiscito em janeiro de 2011.

Este acordo pôs fim a 21 anos de guerra civil entre o norte e o sul. O conflito, que causou mais de 2 milhões de mortos, começou em 1983 quando o Governo de Cartum impôs a "sharia" ou lei islâmica em todo o país, incluindo o sul, de maioria animista e cristã.

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