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Janelle Lynch fotografa vida e morte em "Los jardines de México"

19/06/2011 06h05

Madri, 19 jun (EFE).- A fotógrafa americana Janelle Lynch observa através de sua objetiva "representações da vida e da morte" nas paisagens do México, país que dedica seu último trabalho, que chegará no próximo mês à América Latina.

O livro "Los jardines de México" (Editora RM) é uma pesquisa do "ciclo da vida" através da paisagem urbana e rural, explica à Agência Efe a fotógrafa, que morou no país latino-americano entre 2002 e 2005.

A fotógrafa confessa que "jamais" utilizou uma câmera digital e hoje capta as imagens com uma câmera de formato 20x25 e posteriormente o laboratório escaneia os negativos em alta resolução, para depois efetuar impressões digitais sobre papel fotográfico.

O início de sua paixão pela arte da fotografia começou com seu avô, a quem define como uma pessoa "especial e muito importante em sua vida", já que passou sua infância junto a ele e sua avó.

A autora de "Los jardines de México" se interessa em pesquisar desde a origem da vida até seu fim, e assim fez neste trabalho integrado por quatro séries.

No "Jardín de Juegos" (2002-2003), uma coleção de fotografias que retratam um parque abandonado, Janelle explora as representações da "ausência e da perda" através da paisagem urbana, ao tempo que quer refletir a atitude de perseverança.

Enquanto na coleção "Donde andaba" (2005), retratos de diferentes "jardinzinhos" que crescem nas calçadas ou nas esquinas de diferentes edifícios, chamam a atenção da autora como uma metáfora, no fato de que apesar "das condições adversas" tanto os humanos como as plantas têm capacidade de lutar.

Em "Akna" (que significa mãe em língua indígena) (2006) e é uma homenagem a Chiapas, a fotógrafa, que divide seu tempo entre Nova York e Barcelona, toma como protagonista os troncos das árvores, que "funcionam como bases de apoio para a nova vida", já que deles nascem plantas novas como as orquídeas.

E por fim, em "La fosa común", a autora retratou em 2007 um cemitério da capital mexicana para observar como "a natureza reflete a morte", cuja representação, confessa, "não via nas valas comuns abertas, mas na paisagem".

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