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Desfiles de Ralph Lauren e Calvin Klein encerram Semana de Moda de NY

17/02/2011 23h36

Nova York, 17 fev (EFE).- A Ralph Lauren e a Calvin Klein Collection encerraram nesta quinta-feira a Semana de Moda de Nova York com suas respectivas coleções para o próximo inverno.

A primeira apostou em uma sofisticada reminiscência oriental e "Art Déco", enquanto a segundo preferiu mostrar a evolução rumo a formas e volumes simples e arquitetônicos.

Desta forma chegou ao fim a edição 2011 do evento, que começou em 10 de fevereiro e contou com mais de 100 estilistas para lançar as propostas que serão vistas nas ruas nos próximos outono e inverno (no Hemisfério Norte).

Um certo ar oriental e o preto mais absoluto dominaram as apostas da Ralph Lauren, que apresentou coleções para o dia e para a noite, usando ainda, além do branco, apenas alguns elementos em verde esmeralda e bordeaux, sublinhados com vermelho vivo.

O toque de cor foi dado essencialmente pelos acessórios, nos saltos dos sapatos, assim como em broches e brincos elaborados em jade e outras pedras semipreciosas, de toque "Art Déco".

O estilista americano fez desfilar pela passarela aproximadamente 50 vestidos, com inspiração oriental, além de saias mais largas com detalhes discretos e luxuosos.

As jaquetas de "tweed" foram combinadas debaixo de coletes com bordados tradicionais chineses e de fundo vermelho, fornecendo luxo aos vestidos informais de dia, em sua maioria com calças retas.

Para a noite, o conceito utilizado pelo estilista foi o do convite formal, com vestido longo para elas e fraque para eles.

Sedas, veludos e outros luxuosos tecidos, adornados com pedras semipreciosas e cristais, foram a tônica da Ralph Lauren para os vestidos para noite, apresentando ainda ricos bordados de dragões e flores orientais.

Em uma sintonia totalmente diferente, urbana, sofisticada e de cortes limpos, sem botões ou fechos visíveis, além de tons neutros desde o branco, ao bege, cinza e preto, desfilou a Calvin Klein Collection para mulheres, do estilista brasileiro Francisco Costa.

"Meu trabalho sempre é uma evolução. Começamos com distintas silhuetas e, após algumas provas, os volumes começaram a mudar. Queria manter o tronco do corpo humano estreito, dar mais volume às costas", explicou Francisco Costa à Agência Efe.

O estilista acrescentou que "foi um desafio muito interessante encontrar o equilíbrio", no qual os tecidos complementaram a estrutura de seus vestidos, para os quais usou lã e vicunha, além de "sedas cheias de texturas, combinadas com superfícies sem brilho".

"A coleção é muito esportiva, muito ligeira. Queria elevá-la e mantê-la muito limpa, sem botões nem fechos. É esportiva, mas cheia de classe, muito elegante", assinalou à Efe o estilista mineiro.

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