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Retrospectiva relembra pai da arte moderna sul-africana

11/06/2013 07h56

O artista plástico sul-africano Gerard Sekoto morreu sozinho em 1983, aos 70 anos, num lar para artistas idosos nos arredores de Paris.

Ele tinha se mudado para a capital francesa em 1947, e nunca voltou para a África do Sul, nem mesmo para o enterro de sua mãe.

Em Paris, ele enfrentou vários anos difíceis, tocou jazz em vários clubes para sobreviver, lutou contra o alcoolismo e a depressão e chegou a ser internado em clínicas psiquiátricas.

Suas pinturas só começaram a ter impacto nos anos 60, quando também passou a abordar temas mais políticos, em especial a violência do apartheid em seu país natal.

A partir da década de 80, o interesse em Sekoto aumentou no mundo todo com seus trabalhos mostrados em várias exposições. Algumas das pinturas agora valem mais de US$ 1 milhão.

Hoje, ele é tido como o pai da arte moderna da África do Sul. Recentemente, o Wits Art Museum de Johanesburgo realizou uma retrospectiva de seu trabalho.

 

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