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MoMa de Nova York reabre maior e transformado

Obras em exposição em uma das galerias do Museu de Arte Moderna (MoMa) de Nova York - Timothy A. Clary/AFP
Obras em exposição em uma das galerias do Museu de Arte Moderna (MoMa) de Nova York Imagem: Timothy A. Clary/AFP

12/10/2019 10h42

Nova York, 12 Out 2019 (AFP) - O Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) reabre este mês, após uma reforma milionária que permitirá exibir mais centenas de obras em um espaço ampliado e com projeto renovado.

Depois de permanecer fechado por quatro meses e de um investimento de US$ 450 milhões, o museu abrirá em 21 de outubro com maior capacidade.

O MoMA, que se mudou para seu atual endereço em 1939, passou por reformas em 1950, 1962, 1980 e 2001 para absorver o crescimento de sua coleção e o aumento no número de visitantes.

Desta vez, expandiu em um terço seu espaço, no total de 15.329 metros quadrados, e poderá expor cerca de 2.400 obras por ano, contra a média atual de 1.500, relatou à imprensa o diretor Glenn Lowry.

Pela primeira vez, as obras serão apresentadas por temática, e não pela época em que foram criadas. Também haverá mais luz natural no museu.

Lowry afirma que a nova disposição reflete a filosofia do primeiro diretor do museu, Alfred Barr. "Barr o imaginou como um laboratório, para o qual o público foi convidado. O público participaria do experimento de olhar e pensar sobre arte moderna", explicou.

"Ele entendeu que o museu deveria ser uma obra em curso, mudando e evoluindo à medida que a arte moderna e contemporâneo muda e evolui", acrescentou o diretor.

Para Lowry, "o que torna a arte moderna e contemporânea emocionante são, justamente, os debates e argumentos que ainda acontecem".

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