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Kremlin defende a não exibição de imagens da menina decapitada na Rússia

01/03/2015 20h27

Moscou, 1 Mar 2016 (AFP) - O Kremlin defendeu nesta terça-feira o silêncio dos grandes meios de comunicação russos quanto ao caso de uma babá que foi detida em Moscou quando andava exibindo a cabeça de decepada de uma menina.

As imagens foram divulgadas em algumas cadeias independentes, mas as grandes redes nacionais não mencionaram o caso.

"Pelo que sabemos, as cadeias decidiram não mostrar esta horrível tragédia. Só posso expressar minha solidariedade para com esta decisão", afirmou o porta-voz Dimitri Peskov.

Uma babá foi detida na segunda-feira em Moscou depois de decapitar Nastia, uma menina de 4 anos, e de incendiar o apartamento em que se encontravam.

O corpo da criança com indícios de morte violenta foi achado em um apartamento no noroeste de Moscou.

Várias testemunhas mencionaram que a babá teria ameaçado explodir uma bomba ao ser presa, mas a TASS esclareceu que não tinha explosivos em seu poder.

"Ela tirou a cabeça de um saco enquanto andava pelas ruas aos gritos. Ninguém se aproximou porque estava com medo", contou uma testemunha.

A mãe da criança foi hospitalizada em estado de choque.

Segundo a Lifenews, uma cadeia conhecida por suas relações com os serviços secretos, a babá se chama Gultchekhra Bobokulova e foi presa perto de uma estação de metrô, com a cabeça da criança dentro de uma sacola plástica.

A Interfax assegura, por sua parte, que ela é oriunda do Uzbequistão, ex-república soviética da Ásia Central, de maioria muçulmana, e, segundo vários testemunhos, gritou "Alá é grande" quando foi presa.

O caso mobilizou os moscovitas, que nesta terça deixaram flores, brinquedos e doces na estrada da estação de metrô de Oktyabrskoye Pole, onde a babá foi presa com a cabeça da menina.

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