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Chico Barney


Feito histórico: Vingadores é o primeiro filme legal a passar de US$ 2 bi

Divulgação/Marvel
Vingadores: Guerra Infinita Imagem: Divulgação/Marvel
Chico Barney

Chico Barney

Entusiasta e divulgador da cultura muito popular. Escreve sobre os intrigantes fenômenos da TV e da internet desde 2002.

12/06/2018 20h17

Com indisfarçada alegria, na qualidade de cinéfilo, enólogo e amante de tudo aquilo que o entretenimento mundial tem de mais sofisticado para nos oferecer, recebi a notícia de que Vingadores: Guerra Infinita cruzou a marca de US$ 2 bilhões nas bilheterias. É algo a ser comemorado por quem entende do riscado.

A Marvel conseguiu um feito histórico. Trata-se do primeiro filme realmente legal a chegar tão longe. Certamente uma conquista merecida, depois de 10 anos de excelentes serviços prestados à indústria dos brinquedos.

Os outros 3 filmes da lista:

Avatar

Xaropada ambiental de James Cameron, teve seus ganhos artificialmente inflados por uma febre em torno da tecnologia 3D que hoje parece não ter passado de um pesadelo. O diretor promete as sequências do filme há anos, mas aposto que está esperando todo mundo se esquecer para fingir que nada disso aconteceu.

Titanic

Outra obra menor de James Cameron, surpreendentemente popular graças à carência niilista de nossa sociedade em 1997, quando aguardávamos melancolicamente a chegada do bug do milênio. O filme custou caro, faturou muito e hoje só serve para preencher a grade da Record nos feriados, enquanto não começa o Cidade Alerta.

Star Wars: O Despertar da Força

A sequência que trouxe de volta os piores fãs da cultura pop. É igualzinho aos filmes originais, e ainda assim conseguiu frustrar muita gente que havia passado as últimas décadas criando roteiros ruins na própria cabeça.

Vingadores: Guerra Infinita prova que bom gosto e sucesso comercial escandalosamente exagerado podem caminhar juntos. A grande expectativa agora é saber qual será o filme da Marvel a ultrapassar Avatar. Falando nisso, Vingadores 4 estreia em maio de 2019.

Voltamos a qualquer momento com novas informações.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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