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Chico Barney

Não dá mais para adiar: chegou a hora de Maisa ir para a Globo

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Maisa Silva e o símbolo do plim-plim Imagem: Reprodução
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Chico Barney

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Entusiasta e divulgador da cultura muito popular. Escreve sobre os intrigantes fenômenos da TV e da internet desde 2002.

30/10/2017 10h27

Silvio Santos é uma dessas unanimidades que servem para comprovar a tese de Nelson Rodrigues sobre o tema. Estive entre os milhares de cidadãos que foram impactados pelo vídeo da distópica reunião envolvendo o dono do SBT com as excelsas figuras de Zé Celso, João Dória Jr e Eduardo Suplicy. Foi bastante incômodo ver o mitológico apresentador dominical agindo como o empresário que é.

Independentemente de achar certo ou errado, vê-lo falar “vou levar a ‘drogalândia’ para o seu quintal” e outros absurdos durante a negociação serviu como um rito de passagem para seus telespectadores. Creio que a nova gafe do patrão seja uma excelente janela de oportunidade para Maisa Silva, a menina dos olhos da nação, abrace desafios profissionais em novos ares.

Maísa é uma dessas unanimidades que servem para desafiar a tese de Nelson Rodrigues sobre o tema. Divertida, consciente e muito bem articulada, a jovem mobiliza o showbiz brasileiro desde a mais tenra idade. Depois de trocar a Band pelo SBT ainda criança, chegou a hora de partir rumo à Globo. Hoje ela é subaproveitada na emissora do clã Abravanel, com atuações em novelas que tem um público restrito ou participações controversas no lisérgico programa do Silvio.

A audiência de Maísa nunca foi estritamente infantil. E ela também usufruiu de popularidade longe da tela do SBT, quando compilações de suas pérolas infanto-juvenis começaram a viralizar com recorrência no YouTube. Inclusive esteve recentemente nos Estúdios Globo de Curicica para gravar o Lady Night, epopeia do humor que Tatá Werneck apresenta no Multishow.

Rendeu um excelente episódio, como de praxe. Faço votos para que Maisa retorne em breve para o eterno Projac - talvez para uma passagem ainda mais duradoura que o resistente Teatro Oficina, que Zé Celso batalha para manter apesar dos avanços de Silvio Santos.

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