O Irã condenou hoje o assassinato do chefe militar do Hezbollah, movimento xiita aliado de Teerã, ontem em um bombardeio israelense no sul de Beirute, capital do Líbano.
O Exército israelense afirmou hoje ter matado dois membros do movimento pró-iraniano Hezbollah durante ataques realizados na véspera, no sul do Líbano. Apesar do cessar-fogo em vigor, Israel voltou a bombardear a região nas últimas semanas.
Israel sinalizou hoje que reduziria sua presença militar no sul do Líbano se as Forças Armadas libanesas tomassem medidas para desarmar o grupo militante xiita Hezbollah, apoiado pelo Irã.
A tensão entre Israel e o Hezbollah voltou a aumentar nesta quinta-feira (31), com novos bombardeios israelenses contra alvos estratégicos do grupo libanês no leste e sul do Líbano. Segundo o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, os ataques visaram "infraestruturas terroristas", incluindo um...
Washington não pode "obrigar" Israel a fazer nada, disse hoje o enviado especial dos EUA, Thomas Barrack, em Beirute, ao responder pergunta sobre as exigências do Líbano aos EUA que garantam o fim dos ataques israelenses em território libanês.
Em reunião com representantes do Escritório das Nações Unidas para Assuntos de Desarmamento (Unoda), nesta segunda-feira (12), em Nova Iorque, o governador Cláudio Castro sugeriu a cooperação com a instituição para combater o tráfico de armas no Estado do Rio de Janeiro.
O Exército de Israel anunciou, hoje, que matou um dirigente do grupo extremista Hezbollah, durante um bombardeio próximo à cidade de Aitaroun, no sul do Líbano.
O governo de Israel afirmou nesta sexta-feira (24/01) que haverá um atraso na retirada de suas tropas do sul do Líbano para além do prazo de 60 dias estipulado por um acordo de cessar-fogo que se encerra neste domingo. Tel Aviv acusou os libaneses de não implementarem totalmente sua parte no pacto.
O Hezbollah pagou mais de 50 milhões de dólares em dinheiro para famílias afetadas pela guerra contra Israel, disse nesta quinta-feira o líder do grupo, Naim Qassem, em momento no qual a facção apoiada pelo Irã busca reforçar sua base de apoio após um conflito devastador com Israel.
O chefe do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou, nesta quinta-feira (5), que o movimento islamista libanês apoia o regime sírio de Bashar al-Assad, que enfrenta uma ofensiva dos rebeldes, que conseguiram tomar duas importantes cidades.
As Forças de Defesa israelenses anunciaram, na noite desta segunda-feira (2), que atacaram alvos do Hezbollah após a ofensiva do grupo libanês contra Israel.
O movimento libanês Hezbollah reivindicou, nesta segunda-feira (2), a responsabilidade pelo primeiro ataque a Israel desde o início da trégua, acusando o exército israelense de violar o cessar-fogo de 27 de novembro.
O Exército israelense anunciou ter bombardeado neste sábado (30) estruturas militares do Hezbollah localizadas perto da fronteira entre a Síria e o Líbano. Segundo a Força Aérea israelense, os locais são "usados ativamente" pelo partido xiita para "transferir armas".
O líder do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou, nesta sexta-feira (29), em seu primeiro discurso desde que foi alcançado um cessar-fogo com Israel no Líbano, que o movimento islamista teria obtido "uma grande vitória".
Ataques israelenses nesta terça-feira à noite visaram pela primeira vez a área de fronteira no norte do Líbano com a Síria, informou o ministro dos Transportes libanês, Ali Hamieh, à Reuters.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aprovou nesta terça-feira (26) um cessar-fogo com o grupo libanês Hezbollah após dois meses de guerra no Líbano.