Zuenir Ventura diverte plateia da Flip com trecho de seu novo livro

Mariane Zendron
Do UOL, em São Paulo

  • Adriano Vizoni/Folhapress

    Da esquerda para a direita, Zuenir Ventura, Joao Anzanello e Dulce Maria Cardoso no quarto dia Flip em Paraty, no Rio de Janeiro (7/7/2012)

    Da esquerda para a direita, Zuenir Ventura, Joao Anzanello e Dulce Maria Cardoso no quarto dia Flip em Paraty, no Rio de Janeiro (7/7/2012)

Zuenir Ventura cativou a plateia da Flip (Festa Internacional Literária de Paraty), neste sábado (7), com frases espirituosas e um trecho de seu novo livro "Sagrada Família", que lança em Paraty.

Autor do livro "1968 - O Ano que Não Terminou", Zuenir se surpreendeu com os aplausos que recebeu durante o bate-papo sobre família, ao lado dos escritores Dulce Maria Cardoso e João Anzanello Carrascoza, na Tenda dos Autores. "Depois dessa recepção o que eu poderia fazer de melhor era ir embora. Seria um anticlímax".

Cardoso, Carrascoza e Ventura falaram por dez minutos cada um sobre suas visões de família e ainda leram trechos de seus livros, que também tratam do tema. O fragmento da obra de Zuenir foi o que mais agradou aos espectadores. O narrador de "Sagrada Família" volta à infância nos anos 1940 para contar como descobriu o sexo, ao ver sua tia e um homem nos fundos da farmácia. "Mas esse não é um livro de contos eróticos", alertou Zuenir.

Para concluir o papo, o escritor resumiu sua visão sobre a institução familiar. "A família é como aquele samba, agoniza, mas não morre", disse.

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