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Marcos Bonisson

Nasceu no Rio de Janeiro em 1958. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.

Estudou Artes Visuais na Escola do Parque Lage, sob a orientação de Rubens Gerchman, e desde 1979 trabalha com fotografia, filme e vídeo. Participou do evento de intervenções urbanas, no final dos anos 70, "Program in Progress (Kleemania no Caju e Esquenta para o Carnaval na Mangueira)" organizado pelo artista Hélio Oiticica.

Sua obra "H.O.N.Y", de 1986, é um vídeo que mostra o cotidiano do artista Hélio Oiticica em Nova York. Bonisson morou dez anos em Nova York, onde trabalhou em laboratórios fotográficos e na Agência Magnum.

Foi indicado do Prêmio Nacional de Fotografia concedido pela Funarte nos anos de 1997 e 1998, é curador de fotografia da galeria L.G.C. Fez a direção de fotografia do filme "Signo do Caos", do diretor Rogério Sganzerla, ganhador dos prêmios de melhor Direção e Montagem no festival de cinema de Brasília.
Realizou exposições individuais no Centro Cultural da Justiça Federal, Rio de Janeiro (2005), Galeria Sainte Reparate. Nice (2005), Galeria Artur Fidalgo, Rio de Janeiro (2004). Algumas das exposições coletivas que participou foram "A Imagem do Som" Paço Imperial, Rio de Janeiro (2005), "Subversão dos Meios", Itaú Cultural, São Paulo (2004), "Vídeo Héliophonia", Galeria Fortes Vilaça, São Paulo (2003) Tem obras no acervo da coleção Gilberto Chateaubriand e da "Fondation Cartier pour l´Art contemporain", Paris. Foi ganhador da Bolsa Rio Arte 2000 com o projeto em vídeo "Hèliophonia", que abordava o "Quase-Cinema" do artista Hélio Oiticica.
(Da Redação, com colaboração de T. Rivitti)